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Como é feita a quimioterapia intravenosa em pacientes oncológicos?

Como é feita a quimioterapia intravenosa em pacientes oncológicos?

Publicado por: Wecare Publicado: 07/08/2018 Visitas: 1883 Comentários: 0

Um dos mais conhecidos tratamentos do câncer é a quimioterapia intravenosa. Muitas vezes conhecida simplesmente como quimioterapia, ela é apenas uma das modalidades usadas para efetuar a aplicação dos medicamentos de tratamento.

A quimioterapia pode ser utilizada em diversas situações diferentes, sendo tão eficaz quanto a radioterapia ou a cirurgia. Em todos os casos, o objetivo é combater as células cancerígenas.

O tipo de quimioterapia pode variar de acordo com o tipo e localidade de câncer em cada paciente, bem como outros detalhes, como tempo de duração do tratamento. Somente o médico oncologista poderá determinar qual o procedimento que será adotado.

Hoje, vamos explicar como é feita a quimioterapia intravenosa, a mais conhecida entre os pacientes e a população em geral.

 

Quais os tipos existentes de quimioterapia? 

A quimioterapia pode ser feita com a administração de diferentes fármacos (medicamentos) dependendo do tipo de tumor a ser tratado. As formas de administração também podem variar. As mais conhecidas são:

  • Via oral: através de cápsulas, comprimidos ou líquidos que são ingeridos. Pode ser feita em casa;

  • Injeção: tratamento injetável que pode ser aplicado em uma variedade de locais diferentes do corpo do paciente;

  • Intravenosa: aplicada diretamente na veia do paciente, fazendo o medicamento circular pela corrente sanguínea.

 

Como é feita a quimioterapia intravenosa? 

A quimioterapia intravenosa é feita em ciclos determinados pelo médico oncologista. Esses ciclos também dependem do tipo de tumor a ser tratado. Um câncer de mama pode ter ciclos diferentes de um câncer de intestino, por exemplo.

Um ciclo consiste na aplicação de uma dose quimioterápica + descanso (tempo em que o paciente fica de repouso, sem receber medicação).

Para a aplicação da quimioterapia intravenosa, o paciente deve comparecer ao hospital. Pode ser colocado um cateter (tubo de composição plástica cirúrgica) para facilitar a manutenção da aplicação.

O paciente fica recebendo a medicação durante o tempo determinado pelo médico. A administração do fármaco pode ser acompanhada ou não de soro.

Após a aplicação, o paciente está liberado para voltar à sua rotina normalmente. O procedimento de quimioterapia intravenosa não causa dor, embora o paciente sinta uma leve picada na pele com a introdução do cateter ou da agulha.

 

Quais são os efeitos colaterais da quimioterapia intravenosa? 

Assim como todos os outros tipos de tratamentos, existem chances de aparecerem os efeitos colaterais da quimioterapia intravenosa. Porém, estes efeitos não estão ligados à forma como o tratamento é aplicado, e sim ao medicamento utilizado.

É importante salientar que nem todos os tratamentos quimioterápicos desencadeiam esses efeitos, e há pacientes que passam pelo tratamento sem sentirem grandes efeitos. Mas, de forma geral, possíveis efeitos colaterais podem incluir:

  • Inapetência (falta de apetite);

  • Náuseas e vômitos;

  • Mucosite (aftas);

  • Diarreia;

  • Obstipação intestinal (prisão de ventre);

  • Alopécia (queda de cabelo);

  • Anemia;

  • Diminuição da capacidade imunológica;

  • Descamação da pele de mãos e pés;

  • Entre outros.

Os efeitos colaterais não dependem de como é feita a quimioterapia, e podem ou não aparecer ao longo do tratamento.

 

Evitando os efeitos na pele 

Os efeitos colaterais da quimioterapia intravenosa podem ser evitados ou amenizados seguindo as corretas recomendações. O paciente deve sempre manter a pele bem limpa e hidratada.

Porém, não é qualquer tipo de produto que pode ser utilizado na hidratação e limpeza. Existem componentes como os parabenos, ureia, corantes e fragrâncias, que são agressivos à pele do paciente oncológico.

A forma mais segura de cuidar da pele é com produtos específicos para pacientes que estão passando ou vão passar pela quimioterapia.

A Wecare Skin possui diversos produtos voltados a estes pacientes, a fim de proporcionar uma pele aliviada, hidratada e saudável durante o tratamento. Conheça a linha de cuidados para quimioterapia e garanta maior qualidade de vida, independente de como será feita a quimioterapia do paciente.

O tratamento deve continuar até sua finalização, sem ser interrompido. O paciente pode sempre conversar com seu médico para tirar dúvidas e relatar efeitos colaterais caso estes apareçam.

Tomando os cuidados para amenizar estes efeitos, é possível passar pela quimioterapia intravenosa sem maiores problemas na maioria dos casos.

 

Fontes:

http://oncobrasilia.com.br/Manual.pdf

https://www.nursing.com.br/quimioterapia-como-funciona/

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