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Linfoma de Hodgkin - O que é, sintomas e tratamento

Linfoma de Hodgkin - O que é, sintomas e tratamento

Publicado por: Wecare Publicado: 03/06/2019 Visitas: 4964 Comentários: 0

O linfoma é um tipo de câncer que acomete o sangue assim como a Leucemia, por exemplo. Entretanto, enquanto a leucemia se origina na medula óssea, o linfoma se desenvolve no sistema linfático, que é um sistema de vasos e gânglios, que faz parte do sistema circulatório e do sistema imunológico.

Também faz parte do sistema linfático os gânglios, conhecidos como linfonodos, além de órgãos como baço, timo e amigdalas. Esse sistema coleta e redireciona para a circulação sanguínea um liquido chamado de linfa, repleto de células de defesa, conhecidas pelo nome de linfócitos.

Existem basicamente dois tipos de linfomas, o linfoma de Hodgkin e o linfoma não Hodgkin. Hoje falaremos exclusivamente sobre o primeiro tipo.

O que é o Linfoma de Hodgkin

Também conhecido como doença de Hodgkin, o linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que tem origem nos linfonodos do sistema linfático. Juntamente com o linfoma não Hodgkin, esses são os dois tipos de câncer capazes de acometer o sistema linfático e consequentemente trazer prejuízos à imunidade das pessoas afetadas por ele.

De acordo com dados apontados pelo INCA – Instituto Nacional do Câncer, a estimativa é de que a cada ano, cerca de 3 mil pessoas desenvolvam esse tipo de problema de saúde.

Existem diferentes tipos de linfoma de Hodgkin.

As diferentes classificações se dão de acordo com as células que foram afetadas, assim como o comportamento que elas passam a desenvolver. Ter um diagnóstico correto e preciso ajuda o médico indicar o melhor tipo de tratamento.

Linfoma de Hodgkin clássico

O tipo mais comum da doença é o linfoma de Hodgkin clássico, podendo ser dividido em diferentes subtipos. Pacientes diagnosticados com esse tipo da doença apresentam aumento de células anormais nos linfonodos.

Dentre os subtipos existentes de linfoma de Hodgkin, estão:

  • Linfoma de Hodgkin de esclerose nodular;
  • Linfoma de Hodgkin de celularidade misturada;
  • Linfoma de Hodgkin com depleção linfocitária;
  • Linfoma de linfócitos rico Hodgkin clássico.

Principais sintomas

O linfoma de Hodgkin pode se desenvolver em diferentes regiões do corpo, dessa maneira, os sintomas variam de acordo com a sua localização. Quem desenvolve esse problema de saúde, pode apresentar os seguintes sinais e sintomas:

  • Inchaço com ausência de dor nos gânglios linfáticos do pescoço, virilha ou axilas;
  • Sensação constante de fadiga;
  • Calafrios seguidos por febre;
  • Sudorese noturna;
  • Perda de peso repentina sem nenhum motivo aparente (paciente pode perder até 10% de seu peso corporal);
  • Tosse constante com dificuldades para respirar seguida de dor no peito;
  • Diminuição do apetite;
  • Prurido constante;
  • Aumento da sensibilidade aos efeitos do álcool ou dor nos nódulos linfáticos logo após o consumo de bebida alcoólica.

Possíveis tipos de tratamento

Existem três maneiras diferentes para tratar o linfoma de Hodgkin:

  • Quimioterapia;
  • Radioterapia;
  • Transplante de medula óssea.

Vamos mostrar a funcionalidade e ação de cada um deles.

Quimioterapia

A quimioterapia é o principal tratamento para o linfoma de Hodgkin, e é utilizada com o intuito de matar as células cancerosas. Nesse caso o medicamento quimioterápico é transportado através da corrente sanguínea chegando aos linfonodos afetados pelo problema.

A quimioterapia é muito indicada para casos iniciais devido a sua variedade de aplicação, podendo ser utilizada sob a forma oral ou intravenosa. Em diversas ocasiões, a quimioterapia pode ser utilizada de maneira combinada com a radioterapia.

Radioterapia

A radioterapia faz uso de raios energéticos, semelhantes ao Raio-X, para matar as células cancerosas. Para o linfoma de Hodgkin clássico, a radioterapia pode ser usada de modo isolada, mas normalmente é aplicada após sessões de quimioterapia. Pacientes diagnosticados com linfoma em estágio inicial de linfócitos predominantes de Hodgkin muitas vezes são tratados apenas com radioterapia.

Transplante de medula óssea

Geralmente sessões de quimioterapia e radioterapia trazem bons resultados aos pacientes com linfoma de Hodgkin. Em casos muito raros, onde os tratamentos anteriores não surtem o efeito desejado, é comum que se realize o transplante de medula óssea.

Nessas situações, pode-se optar pelo transplante autólogo, quando são usadas células do próprio paciente, ou então por um transplante do tipo alogênico, quando a medula vem de um doador.

Algo positivo sobre o linfoma e Hodgkin é que ele é considerado um dos tipos de câncer com maior probabilidade de cura. A exemplo de outros tipos, quando diagnosticado precocemente, as chances de vencer a doença são ainda maiores.

Agora que você tem mais informações sobre linfoma de Hodgkin, compartilhe esse conteúdo com seus amigos e familiares através da divulgação em suas redes sociais.

Fontes:

https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/linfoma-de-hodgkin

https://www.minhavida.com.br/saude/temas/linfoma-de-hodgkin

https://accamargo.org.br/tipos-de-cancer/linfoma-de-hodgkin

http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamentos/1105/137/

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