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Tudo o que você precisa saber sobre a radioterapia

Tudo o que você precisa saber sobre a radioterapia

Publicado por: We Care Publicado: 19/02/2019 Visitas: 6730 Comentários: 1

Nest artigo você vai compreender o conceito de radioterapia, vai conhecer os tipos de radioterapia existentes, os resultados do tratamento, os efeitos colaterais e as formas de prevenção e cuidados com esses efeitos.

Também vamos explicar um detalhe muito importante na hora de cuidar dos efeitos colaterais sobre a pele, que muitos pacientes ainda não sabem, mas que faz toda a diferença nos resultados.

Então leia até o fim e, claro, lembre-se de compartilhar esse post com seus amigos e familiares. Mais pessoas podem estar precisando deste conhecimento!

 

Tudo sobre radioterapia 

A radioterapia é um tratamento contra o câncer que ainda causa muita dúvida em pacientes e familiares. O tratamento possui muitos detalhes e o nível de informação pode confundir a cabeça de quem não conhece.

Para que você passe a entender a radioterapia de uma vez por todas, este será um post especial com tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

 

O que é radioterapia? 

A radioterapia é um dos principais tratamentos utilizados no combate ao câncer. Ela é feita por meio da administração de feixes radioativos na região afetada pelas células do câncer. Um equipamento de alta tecnologia produz esses feixes de radiação e os direciona conforme a necessidade.

No momento da aplicação, a equipe de radioterapia posiciona o paciente (geralmente deitado) e o equipamento de forma que a radiação seja aplicada diretamente sobre a região do tumor. As sessões são feitas todos os dias e sua duração é variada, conforme a necessidade do tratamento.

 

Quais os resultados esperados da radioterapia? 

Espera-se que, com a radioterapia, as células do câncer sejam destruídas e comecem a regredir em seu processo de crescimento. Ao longo do tratamento, o tumor deve diminuir, com o objetivo final definido pela equipe médica conforme o quadro do paciente.

A primeira intenção é sempre a cura, de forma que outros objetivos de tratamento serão adotados somente quando não houver possibilidade de cura. De forma geral, a radioterapia é utilizada para diminuir o tamanho de um tumor, possibilitando a retirada cirúrgica, ou como forma de erradicar completamente as células do câncer.

A radioterapia também pode ser utilizada nos casos onde a cirurgia representa um risco para o paciente, e a equipe médica precisa adotar outras formas de tratamento menos invasivas, a fim de obter resultados com menor agressividade.

 

Tipos de radioterapia 

A radioterapia pode ser aplicada basicamente de duas formas diferentes: a radioterapia externa, que é a mais conhecida, e a braquiterapia, que é a radioterapia interna.

 

Radioterapia externa 

A radioterapia externa consiste na aplicação do tratamento por sobre a pele. Os feixes de radiação são direcionados para a região onde se encontra o câncer, de forma que toda essa radiação deve passar pela pele primeiro para depois chegar até as células do tumor.

Essa é a radioterapia feita com equipamentos especiais que ficam posicionados sobre o paciente deitado. O tratamento é totalmente indolor e o paciente não sente absolutamente nada durante a aplicação.

É a forma mais comum de radioterapia, consistindo na aplicação diária, durante um curto período (a ser determinado pela equipe médica) e dura, geralmente, algumas semanas. A maioria dos casos de câncer pode ser tratada com a radioterapia externa.

 

Radioterapia interna – braquiterapia 

A radioterapia interna, mais conhecida como braquiterapia, é uma forma de aplicar a radioterapia mais focada no ponto exato do organismo onde está o câncer. Ela é feita por meio da introdução de um agente radioativo sob a pele.

Esse agente radioativo produz a radiação próximo das células do câncer de forma contínua. Ou seja, a radioterapia acontece dentro do corpo, mais próxima ao tumor. Esse tipo de radioterapia é utilizado em casos específicos, onde a equipe médica identifica que a braquiterapia será mais eficaz do que a radioterapia externa.

 

Efeitos colaterais da radioterapia 

A radioterapia pode provocar alguns efeitos colaterais, sobretudo na pele do paciente, pois sua aplicação é feita de forma que afeta também células sadias do corpo. Ao aplicar o feixe de radiação sobre o organismo, é impossível direcionar apenas para as células do câncer, e outras células acabam sendo “pegas no caminho”.

Nos primeiros dias, geralmente o paciente não nota nada diferente. Porém, ao longo do tratamento, podem surgir alguns efeitos, os quais devem receber cuidados especiais, ou podem se agravar.

Se os efeitos colaterais se agravarem muito, o médico pode determinar a interrupção do tratamento até que haja uma melhora no quadro do paciente. Isso é desfavorável ao tratamento em si, já que o câncer volta a se desenvolver neste período.

Vamos dividir os efeitos colaterais da radioterapia por fases para que você possa entender melhor a progressão.

 

Primeira fase 

Uma das primeiras reações do organismo ao tratamento é a desidratação. A radioterapia faz com que a hidratação da pele e do organismo em geral vá embora, o que pode causar o ressecamento da pele.

Na primeira fase dos efeitos colaterais, surge a vermelhidão na pele devido ao ressecamento. Pode haver, também, náusea e problemas de deglutição, dependendo da região onde a radioterapia é aplicada.

Outro efeito bastante comum é a fadiga, que não se trata de um cansaço comum. A fadiga oncológica é uma sensação de indisposição que não passa com um simples descanso ou uma noite de sono, mas está sempre presente.

Todos esses efeitos colaterais desaparecem após o fim do tratamento, de forma que o paciente não precisa se preocupar com sua continuidade, mas sim, temporariamente.

 

Segunda fase 

Caso o paciente não tome os devidos cuidados com a pele já no início do tratamento, há o risco de os efeitos colaterais evoluírem e se agravarem, sobretudo os da pele. Na segunda fase dos efeitos, aparece a coceira e a irritação da pele.

O ressecamento faz com que a pele coce e fique irritada, causando certo desconforto no paciente. Ainda assim, existem pacientes que não cuidam da pele, o que ocasiona os efeitos da terceira fase.

 

Terceira fase 

Nesta fase, a coceira e a irritação se intensificam, passando a trazer a dor e o ardor. A pele pode começar a descascar como uma queimadura de sol, ao que damos o nome de descamação seca.

O incômodo nesta fase do tratamento é alto e os cuidados devem ser redobrados. A descamação seca pode ocasionar feridas na pele que são difíceis de cicatrizar, já que o tratamento continuará.

 

Quarta fase 

A quarta e última fase dos efeitos colaterais é uma inflamação da pele caracterizada por descamação úmida (com pus), queimaduras e alta sensibilidade.

É o efeito colateral mais difícil de lidar, pois o paciente fica com a pele extremamente sensível e frágil.  Essas lesões dificultam a realização de atividades cotidianas, como tomar banho, por exemplo.

Nesta fase dos efeitos colaterais, o "médico pode suspender o tratamento até que o paciente se recupere da radiodermite", o que pode demorar algumas semanas. Durante este período de recesso, o câncer volta a se desenvolver.

Por isso é tão importante cuidar da pele desde o início do tratamento. Os efeitos podem evoluir rapidamente, de forma que o paciente perca o controle sobre a situação.

Porém, é importante dizer que nem todos os pacientes desenvolvem esses efeitos colaterais dessa forma. Eles podem ou não aparecer e, se aparecerem, podem ser mais intensos ou menos. Tudo varia de paciente para paciente.

E para que você saiba exatamente o que fazer para se cuidar durante a radioterapia, vamos explicar um detalhe de extrema importância que muitos pacientes não sabem. Mas, antes, uma breve explicação sobre uma das dúvidas mais frequentes dos pacientes que estão fazendo radioterapia: a queda de cabelo.

 

Queda de cabelo 

A queda de cabelo é um dos efeitos colaterais mais temidos por quem está fazendo ou vai passar por um tratamento contra o câncer. Este efeito é mais comum na quimioterapia, que é um tratamento sistêmico, ou seja, age em todo o organismo simultaneamente.

Na radioterapia, a queda de cabelo só ocorre se a área a ser irradiada for a cabeça. A radiação pode inibir o crescimento das células que formam os cabelos e deixa-las fragilizadas. Isso ocasiona a queda, geralmente somente na parte irradiada.

Assim como na quimioterapia, a queda de cabelo devido à irradiação não é permanente. Os fios voltam a crescer após o fim do tratamento normalmente. Este pode ser um efeito polêmico, mas nos dias de hoje já deixou de ser um tabu. Pacientes utilizam acessórios como chapéus, lenços e toucas durante o período, e vivem uma vida normal ao longo do tratamento.

 

Como cuidar dos efeitos colaterais durante a radioterapia? 

Existe um detalhe importante que muitos pacientes não conhecem e acabam deixando passar batido. Para cuidar dos efeitos colaterais da radioterapia sobre a pele, é necessário, basicamente, manter a hidratação.

Porém, nem todos os produtos que são usados para hidratação da pele funcionam para os pacientes oncológicos. A grande maioria deles, na verdade, pode prejudicar ainda mais.

Existem alguns componentes encontrados nesses produtos que são agressivos à pele do paciente que está fazendo radioterapia. Mas como isso ocorre?

A pele de quem faz radioterapia perde hidratação com o tempo e também sua proteção natural. Isso faz com que as defesas da pele fiquem baixas, podendo permitir a entrada de substâncias e microrganismos estranhos.

Com a pele fragilizada, o paciente deve tomar muito cuidado, pois algumas substâncias que não fariam mal algum a uma pele sadia, se tornam agressivos à pele fragilizada pela radioterapia.

Se o paciente fizer uso dos produtos que contêm essas substâncias, podem surgir feridas, infecções ou alergias na pele. Portanto, para cuidar da forma certa da pele durante a radioterapia, o paciente deve usar produtos com ingredientes naturais e livres de todos os componentes agressivos. Para facilitar, vamos falar sobre 4 deles.

 

Quais são os componentes agressivos à pele do paciente oncológico? 

Entre os componentes agressivos, destacam-se as fragrâncias, os corantes, a ureia e os parabenos. Os corantes e as fragrâncias você provavelmente já conhece. Eles estão presentes na grande maioria das loções hidratantes e cosméticos em geral, inclusive shampoos e sabonetes.

A ureia é uma substância que possui propriedades hidratantes para a pele e, por isso, é comumente utilizada em diversas marcas de loções hidratantes. Porém, seu potencial de hidratação se torna irrelevante frente à agressividade que este componente causa em uma pele fragilizada pela radioterapia. Por isso, deve ser evitado ao máximo.

Os parabenos são conservantes amplamente utilizados, não apenas em cosméticos, mas até em alimentos processados industrialmente. Sobre a pele, possui também um efeito altamente agressivo, podendo intensificar os efeitos colaterais, se houverem.

Uma vez que o paciente se atente a estes componentes e evite contato com eles durante o tratamento oncológico, os resultados tendem a ser muito mais satisfatórios.

 

A Wecare Skin é uma marca que surgiu com a premissa de atender às necessidades dos pacientes oncológicos em seu aspecto mais exclusivo. Foram analisados diversos casos, até que se pudesse entender os problemas do paciente ao longo do tratamento.

Através de um estudo aprofundado da ação de certas substâncias sobre a pele do paciente, foi possível identificar os componentes que se mostram mais agressivos, e que podem prejudicar os cuidados com os efeitos colaterais.

Depois, outros estudos trouxeram alternativas de produtos de origem natural e derivados de processos biotecnológicos que possuem alto potencial de hidratação e nutrição da pele, para que pudessem ser substitutos aos componentes agressivos.

E foi assim que os produtos da Wecare Skin foram desenvolvidos, especialmente pensados para os pacientes que estão passando pelo tratamento oncológico. Cada etapa dos cuidados é um passo certo na direção da hidratação e nutrição da pele, que leva o paciente a recuperar a proteção natural que sua pele tinha antes da radioterapia ou quimioterapia.

 

Considerações finais 

A radioterapia é um tratamento complexo e possui diversos detalhes. Sua aplicação pode ser feita durante algumas semanas, até que os médicos constatem que o câncer regrediu ou foi curado.

Pode ser aplicada tanto externa quanto internamente, dependendo do tipo e estágio do câncer. Seu principal objetivo é destruir as células tumorais, porém, células sadias são afetadas da mesma forma, o que pode ocasionar o surgimento de alguns efeitos colaterais.

Os mais incômodos desses efeitos são os que aparecem na pele, como o ressecamento, a perda de proteção, a descamação e a radiodermite, que é uma condição que causa ardor e queimaduras. Se o paciente não se cuidar, pode ter infecções e piora dos quadros.

Nem todos os produtos podem ser utilizados para hidratar e proteger a pele, já que boa parte deles possui componentes que se tornam agressivos á pele fragilizada do paciente que está fazendo radioterapia.

Os mais indicados são os produtos livres dos componentes agressivos e formados apenas por elementos naturais, como Aloe Vera, calêndula, avelã, manteiga de karité e Frescolat.

Assim, o paciente consegue cuidar dos efeitos colaterais sem precisar interromper o tratamento, o que é altamente arriscado, pois o câncer volta a crescer neste intervalo.

Cuidando da pele da forma correta e mantendo o tratamento em dia, o paciente consegue superar esta fase da vida com muito mais conforto e bem-estar.

E aí, gostou deste conteúdo? Então não esquece de compartilhar esse conhecimento com seus amigos e familiares. Você talvez não conheça ninguém que esteja precisando dessas dicas, mas eles podem conhecer.

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